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50 anos no mundo da lua, e o nosso "tecnologiar"

50 anos no mundo da lua, e o nosso

50 anos no mundo da lua, e o nosso "tecnologiar" aumentou. Calma, que eu explico a palavra que inventei.

Hoje, 20 de julho de 2019, completamos 50 anos da primeira vez que o homem pisou na lua, porque depois, outros já pisaram (sabia disso?), e a partir do ano que vem, 2020, outros serão preparados para pisarem, agora com diferente intenção: passarem um tempo por lá 😉

Independe do que você acredita ou pensa, a realidade é que a história de “um pequeno passo para o homem e um grande passo para a humanidade” é a mais pura verdade.

Depois do homem na lua e tudo que foi necessário para que isso acontecesse, tudo avançou. Não pelo fato dele ter pisado por lá, mas também por isso, entende?

Ano passado estive na NASA - veja aqui no meu Instagram - e tudo que nos mostram em evidências e com um carinho enorme pelo feito nos faz refletir que sem essa corrida a favor dos avanços tecnológicos não teríamos chegado nem perto do que hoje a humanidade tem colhido em benefício próprio em diversas áreas.

 

Muitas tecnologias e formas de pensar foram desenvolvidas a partir ou com o fato de terem estudado muito para levar o homem à lua.

 

Claro que é só o começo, porque de tanto avançar ainda ficamos um tanto pra trás quando falamos do planeta que vivemos, do carinho com as pessoas e animais, de sentimentos que devemos preservar e não "tecnologiar".

Comparando ao mundo atual e com o que podemos realizar diante desta celebração sensacional e única, sem dúvidas "tecnologiar" vai ainda mais virar um termo útil para nossos avanços ao conforto, facilidades, curas, impulsos e tanto mais que não podemos ou devemos voltar.

Mas com ela, e como já sabemos, os sentimentos, por mais que estejam tentando acoplar aos robôs, nunca será possível. E sim, aqui uso a palavra NUNCA, por não será mesmo.

Isso é humano e não humanóide.

Isso é nosso e se você for reparar, tanto no mercado de luxo quanto em qualquer segmento, quer uma marca se diferenciar ela tem buscado cada vez mais mostrar as pessoas, seres humanos, que fazem parte dela. Quer os seres humanos se diferenciar, eles estão mostrando os sentimentos que há neles.

Louco, não? Para mim não. Humano.

 

Está aí o segredo e o que quero deixar com este texto. Por mais corrida para nos "tecnologiar" que continuaremos a fazer (e devemos), o resgate do que é nosso e único e que nos faz refletir na verdadeira razão de estarmos aqui no meio de bilhões de muita coisa, é o sentir muita coisa, o voltar a ser humano.

 

Só assim conseguiremos  emocionar "nossa passagem" e significar o que fazemos e deixamos para a humanidade, que faz parte da Terra, do todo, que tem a Lua e outros.

Faz sentido?

Que possamos olhar os avanços que temos e teremos para que possamos voltar a ser e ter mais sentimentos distribuídos em casa, no trabalho, nos cafés e lugares que frequentamos, como primeira, segunda e terceira moradias >> Mas isso é sinal pra outro post.

 

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Agora, me diga aí, o que você tem sentido disso e feito para voltar a sentir?

 

Clube Ponto Pessoal
Adriano Tadeu Barbosa
Adriano Tadeu Barbosa Seguir

Palestrante internacional e especialista em Marketing Pessoal desde 2006 com destaque para o tema Pós-Luxo e em Trend Talks com aprovação nacional e internacionalmente. Fundador e CEO da Ponto Pessoal.

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