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Onde está a felicidade?

Onde está a felicidade?

 

Para responder essa pergunta e tentar entender um pouco mais sobre isso, precisamos chamar os endocrinologistas e neurocientistas, para explicar esse processo biológico e científico que se manifesta de forma física. O interessante de entender como funciona, nos ajuda a “forçar” a ter esse sentimento de felicidade e estimular a produção para uso ilimitado e sem custo https://osegredo.com.br/conheca-o-quarteto-d-felicidade-dopamina-serotonina-endorfinas-e-ocitocina/.

O que eu quero explicar é que existem substâncias químicas naturais em nossos corpos que é chamado do quarteto da felicidade: dopamina, serotonina, endorfina e oxitocina e quando o cérebro libera uma dessas químicas você se sente no Nirvana, no paraíso.

Você pode induzir a produção, mas infelizmente não tem duração perene e após desempenharem suas funções, elas se apagam.

Então vamos conhecer essas substâncias químicas da felicidade, que ganhamos da natureza e como podemos ativá-las:

1. Endorfinas

Este é o hormônio do bem estar e também um analgésico natural (como uma breve euforia que mascara a dor física), tem efeito sobre áreas cerebrais responsáveis pela modulação da dor, humor, depressão, ansiedade.

O consumo de chocolate e pimenta também estimula a produção de endorfina  e após aproximadamente 30 minutos de exercícios físicos aeróbios, como uma leve corrida ou assistir coisas tristes como um filme https://veja.abril.com.br/ciencia/filmes-tristes-podem-aumentar-niveis-de-endorfina-no-cerebro/.

2.Serotonina

A ausência dela no organismo está diretamente ligada a depressão,  sentimento de solidão e também quando você não se sente importante, é preciso verificar os níveis para indicar o tratamento de reposição desse hormônio. A falta é tão grave que situa como a principal causa de invalidez em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). É um transtorno mental que afeta mais de 300 milhões de pessoas.

 Algo que pode ajudar a aumentar o nível de serotonina é lembrar de momentos felizes. Simples assim. E um sintoma da depressão é esquecer situações felizes. Outras maneiras de estimular a produção é tomar sol, receber massagens e praticar exercícios aeróbicos, como corrida e ciclismo. Você precisa mudar a fisiologia do seu corpo. Caso você não consiga, procure um médico imediatamente.

3. Dopamina

Dopamina é descrita como responsável por sentimentos como amor e luxúria, mas também é viciante. Baixos níveis de dopamina fazem que pessoas e outros animais sejam menos propensos a trabalhar para um propósito, afirmou John Salamone, professor de Psicologia na Universidade de Connecticut (EUA), em estudo sobre efeitos da dopamina no cérebro.

Essa substância química é acionada quando se dá o primeiro passo rumo a um objetivo e também quando a meta é cumprida. Tem mais a ver com motivação e relação custo-benefício do que com o próprio prazer, ou seja, recompensa. A maioria das recompensas aumentam o nível de dopamina no cérebro, e muitas drogas viciantes aumentam a atividade neuronal da dopamina.

A desregulação da dopamina está relacionada a transtornos neuropsiquiátricos como Mal de Parkinson e a escassez, a esquizofrenia.

A melhor maneira de elevar a dopamina, portanto, é definir metas de curto prazo ou dividir objetivos de longo prazo em metas mais rápidas e celebrar quando atingi-las.

4. Ocitocina

Tem como função promover as contrações musculares uterinas , reduzir o sangramento durante o parto, estimular a libertação do leite materno, desenvolver apego e empatia entre pessoas; produzir parte do prazer do orgasmo, modular a sensibilidade ao medo (do desconhecido) e por ser relacionada com o desenvolvimento de comportamentos e vícios maternos, a oxitocina é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do abraço”.

Segundo estudo publicado em 2011 pelo ginecologista e obstetra indiano Navneet Magon, “a ligação social é essencial para a sobrevivência da espécie (humanos e alguns animais), uma vez que favorece a reprodução, proteção contra predadores e mudanças ambientais, além de promover o desenvolvimento do cérebro.” Por isso, o obstetra considera que a oxitocina tem uma “posição de liderança” nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais.”

Obs: Existe consenso entre a comunidade científica de que a ocitocina modula o medo, ou seja, não provoca diretamente este sentimento, mas está ligada fortemente a ele.

Esse hormônio é liberado quando se está perto de seu parceiro, diminuindo os níveis de cortisol, hormônio antagônico a oxitocina, que causa o estresse. No início dos relacionamentos, os níveis deste hormônio na corrente sanguínea dobram, e vão se mantendo estáveis entre os primeiros meses de namoro. Com um término, os níveis tendem a baixar. Por conseguinte, a ocitocina é frequentemente referida como o “hormônio do amor”. Nos homens, ela ainda tende a baixar a agressividade, porém sua atuação geralmente é bloqueada pela testosterona.

Abraçar é uma forma simples de se conseguir um aumento da ocitocina. Dar ou receber um presente e construir relações de confiança, são outros exemplos.

Isso apenas mostra que a felicidade está dentro de nós. Agora você já sabe o caminho da felicidade.

Clube Ponto Pessoal
ANDREA MOREIRA
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‘Ser feliz é uma decisão!’ A frase foi a inspiração desse projeto. O que me motivou a ser life coach foi mostrar às pessoas que a felicidade é possível e temos controle sobre ela a cada segundo de nossas vidas em todas as áreas dela.

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