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Você sabe com quem você está falando? Nossas histórias e o Marketing Pessoal

Você sabe com quem você está falando? Nossas histórias e o Marketing Pessoal

Cena de filme (qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência): 

Você entra numa loja. O perfume da loja o enebria com uma sensação de luxo e riqueza. Tudo está em seu devido lugar e perfeitamente organizado.  Próximo da entrada há um pequeno bufê com doces de encher os olhos e xícaras de porcelanas chamativas. Você logo pensa: essa loja é a minha cara! Tudo nela me agrada.

Porém, uma vendedora lhe vê chegando e nem ao menos faz um mínimo movimento para lhe atender. Você abstrai e mesmo assim vai mais para o fundo da loja e começa a procurar aquele produto que o levou àquela loja para comprá-lo.  Ningúem ainda veio em sua direção para atendê-la.  Tenta um mínimo contato visual com a vendedora para que ela venha atendê-la e permitir a você pedir mais detalhes sobre o produto que deseja comprar. Sem sucesso. Você insiste mais uma vez e a chama, porém, é super maltratada pela vendedora. Além disso, ela afirma que aquela não é loja para você. Fala coisas que o desagradam, a inferioriza e completa: Por favor procure outro estabelecimento. Essa loja não foi feita para você!

Você respira por uns 10 segundos e faz a célebre pergunta: Você sabe com quem você está falando? Sabe quem eu sou para me tratar desta forma?

Cenário número 1: Ok, já entendi, você é da paz e jamais faria isso...

Cenário número 2: Perdão, você é da paz e sabe o seu valor por isso você fala poucas e boas para a vendedora e promete nunca mais pisar naquela loja...

"Peraí, mas o que o fato de eu não aceitar (ou aceitar) ser "maltrada" por uma vendedora tem a ver com Marketing Pessoal? Eu só perguntei se ela sabia com quem ela estava falando pra me tratar dessa maneira!" (você deve estar pensando se escolheu o cerário número 2)

Deixa que eu te explico. Marketing Pessoal também é autoconhecimento. Se você vai explicar à vendedora e dizer pra ela com quem ela está falando, é porque você tem propriedade para dizer a ela quem é "a sujeita", ou melhor, a interlocutora que está falando com ela. Que nesse caso é você mesma!  Vai dizer a ela" -  Olha, eu sou Maria! (Eu sou Ana! Eu sou Pedro! Eu sou Daniel), com quê direito você acha que pode me tratar assim?

E eu te pergunto:

Você já falou alguma coisa negativa para você hoje, essa semana, esse mês?

Se sua resposta for positiva, então peço que vá ao espelho mais próximo e faça a seguinte pergunta:

                     Você sabe com quem você está falando?  

 

Digamos que esqueceu de enviar o livro do seu filho para a escola. Então fala para si mesma: - Que lesada! Como posso ser tão esquecida!

Você entregou aquele relatório tão importante - que passou a noite inteira fazendo - e a reação do chefe foi apenas uma: ok, ficou bom! (sem cara de muito entusiasmo). Então você logo pensa:  - Que droga! Que estúpida que sou, talvez se tivesse melhorado mais os gráficos ou realçado mais o texto quando citei os lucros.

Tem noção de com quem está falando para dizer tantas palavras/frases negativas? E quem lhe dá o direito de falar isso para/sobre você mesma? Tem consciência de quanto isso afeta o seu Marketing Pessoal?

"Ah, fala sério! Tem nada a ver isso não! (você pode estar pensando...) Esse negócio de Marketing Pessoal não é pra mim não. É só mais uma forma das pessoas ficarem falando bem de si mesmas."

(sério que você pensa isso?... então deixa eu tornar mais claro ainda o que estou querendo lhe fazer refletir)

 

Você se "gaba" e tem orgulho em dizer: "Eu não gosto desse lance de Marketing Pessoal, é só modinha. Só pra pessoa falar bem de si mesma, gosto dessa coisa não. Não faz meu tipo!". Porém, ao mesmo tempo permite que uma pessoa (no caso você) fale mal de si e pra você mesma?

Falar bem de você mesma você não pode... já falar mal é permitido...

Vamos mudar o rumo dessa prosa. Você já parou para celebrar suas histórias?

Através do resgate de nossas histórias podemos descobrir aquilo que nos fará ser lembrada unicamente (por você ou pelos outros).

Ok, você esqueceu o livro do seu filho hoje, mas e os outros 300 dias e mais uns 1200 dias de escola que ele já teve na vida em que você enviou o livro correto todos os dias. Continua se achando lesada?

Tá certo que o seu/sua chefe não deu pulos de alegria ao receber seu relatório. Isso desqualifica a profissional centrada e focada que és?

Como ousas falar mal de você mesma? É para melhorar, tomar uma atitude ou apenas para se depreciar?

Marketing Pessoal é muito mais do que falar bem de si mesma para outra pessoa. Marketing Pessoal é um hábito. É autoconhecimento. É conhecer seus pontos fortes e fracos. O Marketing Pessoal lhe possibilita descobrir o seu diferencial. 

 

               Você como produto é valioso e exclusivo! 

 

Todos somos únicos à nossa maneira. Produtos valiosos neste mercado chamado planeta Terra. São nossas histórias de vida que nos ajudam a rever e celebrar o quão importante somos. Se você se recusa a aceitar que outras pessoas o depreciem porque faz isso consigo mesma?

Volte seu pensamento para dentro e lembre daquele momento em que você foi "incrível"! Que você fez, falou ou criou algo que te fez se sentir "o cara". De fazer você se sentir orgulhosa de quem você é!

Celebrar esse momento é fazer Marketing Pessoal. E sem precisar sair contando pra todo mundo! Viu que Marketing Pessoal não é só sair falando bem de si mesmo?

É a exclusividade que nós temos diante de nossas histórias que fazem com que o nosso valor percebido no mercado se torne único e exclusivo.

                                   Adriano Tadeu Barbosa 

 

Busque o autoconhecimento! Celebre suas histórias! Celebre você!

Afinal de contas, através do autoconhecimento e do Marketing Pessoal você saberá com quem e de quem você está falando.

Você mesma! 

 

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Clube Ponto Pessoal
Mickaella Queiroz
Mickaella Queiroz Seguir

Estrategista em Marketing Pessoal. Embaixadora da Ponto Pessoal em Fortaleza. Auxilio empreendedores através do Marketing Pessoal.

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